Investir ou quitar juros abusivos?

Investir ou quitar dívidas com juros abusivos? Qual seria a melhor e mais vantajosa opção para as suas finanças? Descubra agora!

Investir, frequentemente, nos gera boas expectativas e pode até parecer a melhor opção. Porém, quitar dívidas com juros abusivos, também, pode ser bem interessante. Então, o que precisamos analisar nessa situação?

Hoje, muito se sabe sobre a situação financeira real do brasileiro. Basta observar na prática os impostos pagos pelo cidadão, contas básicas com valores surpreendentes, preços de mercadorias se ajustando conforme a inflação. Portanto, tudo isso gera uma condição de sobrecarga financeira para cada pessoa. Diante disso, algumas destas pessoas se extrapolam em contas, gerando um endividamento financeiro no final.

Entretanto, o número de investidores no Brasil vêm aumentando conforme o passar do tempo, pois nos dias atuais há inúmeras formas de investir aquele dinheiro que sobra ao final do mês. Alguns exemplos para investir são: fundos imobiliários, tesouro direto, ações nacionais e até mesmo internacionais. Contudo, há uma questão importante a respeito da tomada de decisão do que fazer primeiro, é necessário pagar as dívidas ou aplicar recursos para produzir um retorno no futuro?

Hoje em dia, existe uma confusão de entendimento sobre investir e poupar, são situações diferentes. Poupar é a mudança de hábitos do dia a dia, exigindo uma certa disciplina para cortar gastos desnecessários para o momento. Por outro lado, investir é uma condição de criar uma expectativa para determinados ganhos futuros

Os 3 perfis de investidores

Atualmente, aqui no Brasil, não é necessário ser um especialista em investimento para conseguir investir em algo, porém, é de muita importância ter uma noção básica, pois a perda ou ganho do dinheiro tem uma relação direta sobre cada pessoa.

Existem perfis diferentes para cada investidor e eles são separados por níveis de riscos. Existe o investidor conservador, essa classe não tolera algum tipo de risco, não colocam em jogo os próprios patrimônios e não lidam bem com a oscilação do mercado. O investidor moderado tem a peculiaridade de correr riscos moderados. Tradicionalmente, esse perfil busca aumentar o seu patrimônio a longo prazo. Por fim, os que correm mais riscos, são chamados de investidores agressivos, esses dão prioridade a maiores ganhos. Contudo, isso pede por maiores exposições a grandes riscos. 

No setor de investimentos, ocorre que a oscilação do retorno de capital mediante a um investimento pode ser uma unidade de fração ao ano, como um aumento significativo do dinheiro. Porém, é válido lembrar que estão sempre andando em proporção ao risco. 

Todavia, existem aquelas dívidas em que todo mês é cobrada uma fração a mais do valor das contas, fazendo com que gaste um pouco mais do dinheiro das despesas com os juros. 

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Investir ou quitar dívidas?

Basicamente, existem dois tipos de dívidas. As dívidas não-controladas são aquelas em que o valor das contas supera o valor do ganho e nessa condição é necessário fazer uma contenção de gastos, ampliar a renda e se educar para gastos futuros, poupando-se de novas despesas até controlar a situação financeira. 

Outro tipo de dívida é a dívida controlada, onde há contas, mas a renda é superior. Dentro dessa condição, uma forma adequada de lidar com isso é poupar aquele dinheiro que está sobrando para um fundo de emergência. Assim, não precisará recorrer a empréstimos, programando-se para evitar dívidas futuras. Portanto, é viável comparar as situações.

Hoje em dia, facilmente, as taxas de juros podem chegar a 15% ao mês. E existem vilões para colaborar com isso, como o crédito rotativo. Atenção: apenas em último caso recorre-se ao crédito rotativo (este método é usado quando não se tem o dinheiro suficiente para quitar a dívida da fatura do cartão, sendo pago parcialmente), pois essa ação acumula o restante do valor à próxima fatura, o que gera um enorme taxa de juros.

Além disso, existe o famoso cheque especial, em que geralmente a pessoa confunde como extensão da conta corrente (o que é extremamente equivocado). Reforçamos que os juros a se pagar em razão disso estão entre os maiores do Brasil. Diante disso, a resposta é simples: ao invés de investir, escolha pagar primeiro suas dívidas. Nenhum investimento seguro e estável terá um valor maior que uma taxa de juros cobrada pelos seus credores.Quer conhecer outros assuntos como este? Visite o nosso blog e tenha à sua disposição diversos conteúdos informativos e várias dicas para a gestão do seu negócio!

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